Policy Papers

Insumos do Seminário de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial | Perspectivas para o Brasil e a América Latina após a Presidência do G20

Os principais pontos resultam das discussões realizadas no Seminário de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial, refletindo o diálogo entre o Observatório Brasileiro de Inteligência Artificial (OBIA/NIC.br), o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e o Centro Internacional de Pesquisa em Inteligência Artificial, sob os auspícios da UNESCO (IRCAI). O seminário foi coordenado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), que atuou como facilitador das discussões. 

O documento reúne perspectivas do governo, da academia, da sociedade civil e do setor privado, com o objetivo de propor um arcabouço de governança coordenado e prospectivo para a inteligência artificial na região. As opiniões aqui expressas são de exclusiva responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição institucional do CEBRI.

Autores: Joao Pita Costa (IRCAI), Mihajela Crnko (IRCAI), Monika Kropej (IRCAI), Joao Paulo Veiga (CIAAM/USP), Cristina Godoy (CIAAM/USP), Luiz Costa (OBIA/CETIC–NIC.BR), Alexandre Barbosa (OBIA/CETIC–NIC.BR), Masa Kovic-Dine (Universidade de Ljubljana), Vasilka Sancin (Universidade de Ljubljana), Laura Escudeiro (CEBRI) e Ana Paula Podcameni (CEBRI).

 

Principais recomendações

O documento estrutura um conjunto de princípios orientadores para a governança da IA:

  • Direitos Humanos e Inclusão
    • Os sistemas de IA devem promover a equidade e evitar qualquer forma de discriminação.
  • Transparência e Explicabilidade
    • Os sistemas devem ser compreensíveis, auditáveis e passíveis de responsabilização.
  • Responsabilização ao Longo da Cadeia de Valor
    • A responsabilidade deve ser compartilhada entre todos os atores envolvidos.
  • Regulação Baseada em Risco
    • A governança deve ser proporcional ao nível de risco associado aos sistemas de IA.
  • Governança Adaptativa e Participativa
    • As políticas devem evoluir em consonância com o avanço tecnológico e incorporar a participação de múltiplos atores.
  • Integridade Científica e Qualidade dos Dados
    • Dados confiáveis e métodos rigorosos são essenciais para o desenvolvimento de IA.
  • Sustentabilidade Ambiental e Social
    • O desenvolvimento da IA deve considerar seus impactos ambientais e sociais.
  • Cooperação Internacional
    • A coordenação global é fundamental para uma governança eficaz.

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Os principais pontos resultam das discussões realizadas no Seminário de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial, refletindo o diálogo entre o Observatório Brasileiro de Inteligência Artificial (OBIA/NIC.br), o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e o Centro Internacional de Pesquisa em Inteligência Artificial, sob os auspícios da UNESCO (IRCAI). O seminário foi coordenado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), que atuou como facilitador das discussões. 

O documento reúne perspectivas do governo, da academia, da sociedade civil e do setor privado, com o objetivo de propor um arcabouço de governança coordenado e prospectivo para a inteligência artificial na região. As opiniões aqui expressas são de exclusiva responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição institucional do CEBRI.

Autores: Joao Pita Costa (IRCAI), Mihajela Crnko (IRCAI), Monika Kropej (IRCAI), Joao Paulo Veiga (CIAAM/USP), Cristina Godoy (CIAAM/USP), Luiz Costa (OBIA/CETIC–NIC.BR), Alexandre Barbosa (OBIA/CETIC–NIC.BR), Masa Kovic-Dine (Universidade de Ljubljana), Vasilka Sancin (Universidade de Ljubljana), Laura Escudeiro (CEBRI) e Ana Paula Podcameni (CEBRI).

 

Principais recomendações

O documento estrutura um conjunto de princípios orientadores para a governança da IA:

  • Direitos Humanos e Inclusão
    • Os sistemas de IA devem promover a equidade e evitar qualquer forma de discriminação.
  • Transparência e Explicabilidade
    • Os sistemas devem ser compreensíveis, auditáveis e passíveis de responsabilização.
  • Responsabilização ao Longo da Cadeia de Valor
    • A responsabilidade deve ser compartilhada entre todos os atores envolvidos.
  • Regulação Baseada em Risco
    • A governança deve ser proporcional ao nível de risco associado aos sistemas de IA.
  • Governança Adaptativa e Participativa
    • As políticas devem evoluir em consonância com o avanço tecnológico e incorporar a participação de múltiplos atores.
  • Integridade Científica e Qualidade dos Dados
    • Dados confiáveis e métodos rigorosos são essenciais para o desenvolvimento de IA.
  • Sustentabilidade Ambiental e Social
    • O desenvolvimento da IA deve considerar seus impactos ambientais e sociais.
  • Cooperação Internacional
    • A coordenação global é fundamental para uma governança eficaz.

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