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Carta de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial: Orientações para o Brasil e a América Latina após a Presidência do G20

A Carta de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial é um documento de política pública multissetorial que delineia uma visão estratégica para uma governança da IA responsável, inclusiva e orientada à inovação no Brasil e na América Latina.

Elaborada a partir das discussões realizadas no Seminário Internacional do CEBRI sobre Governança de IA (São Paulo, agosto de 2025), a Carta reúne perspectivas do governo, da academia, da sociedade civil e do setor privado, com o objetivo de propor um arcabouço de governança coordenado e prospectivo para a inteligência artificial na região.

Princípios Fundamentais

A Carta estabelece um conjunto de princípios orientadores para a governança da IA:

  • Direitos Humanos e Inclusão: Os sistemas de IA devem promover a equidade e evitar qualquer forma de discriminação.
  • Transparência e Explicabilidade: Os sistemas devem ser compreensíveis, auditáveis e passíveis de responsabilização.
  • Responsabilização ao Longo da Cadeia de Valor: A responsabilidade deve ser compartilhada entre todos os atores envolvidos.
  • Regulação Baseada em Risco: A governança deve ser proporcional ao nível de risco associado aos sistemas de IA.
  • Governança Adaptativa e Participativa: As políticas devem evoluir em consonância com o avanço tecnológico e incorporar a participação de múltiplos atores.
  • Integridade Científica e Qualidade dos Dados: Dados confiáveis e métodos rigorosos são essenciais para o desenvolvimento de IA.
  • Sustentabilidade Ambiental e Social: O desenvolvimento da IA deve considerar seus impactos ambientais e sociais.
  • Cooperação Internacional: A coordenação global é fundamental para uma governança eficaz.

 

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A Carta de São Paulo sobre Governança da Inteligência Artificial é um documento de política pública multissetorial que delineia uma visão estratégica para uma governança da IA responsável, inclusiva e orientada à inovação no Brasil e na América Latina.

Elaborada a partir das discussões realizadas no Seminário Internacional do CEBRI sobre Governança de IA (São Paulo, agosto de 2025), a Carta reúne perspectivas do governo, da academia, da sociedade civil e do setor privado, com o objetivo de propor um arcabouço de governança coordenado e prospectivo para a inteligência artificial na região.

Princípios Fundamentais

A Carta estabelece um conjunto de princípios orientadores para a governança da IA:

  • Direitos Humanos e Inclusão: Os sistemas de IA devem promover a equidade e evitar qualquer forma de discriminação.
  • Transparência e Explicabilidade: Os sistemas devem ser compreensíveis, auditáveis e passíveis de responsabilização.
  • Responsabilização ao Longo da Cadeia de Valor: A responsabilidade deve ser compartilhada entre todos os atores envolvidos.
  • Regulação Baseada em Risco: A governança deve ser proporcional ao nível de risco associado aos sistemas de IA.
  • Governança Adaptativa e Participativa: As políticas devem evoluir em consonância com o avanço tecnológico e incorporar a participação de múltiplos atores.
  • Integridade Científica e Qualidade dos Dados: Dados confiáveis e métodos rigorosos são essenciais para o desenvolvimento de IA.
  • Sustentabilidade Ambiental e Social: O desenvolvimento da IA deve considerar seus impactos ambientais e sociais.
  • Cooperação Internacional: A coordenação global é fundamental para uma governança eficaz.

 

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