A relação Brasil–Estados Unidos continua sendo uma das parcerias mais estratégicas e multifacetadas do Hemisfério Ocidental. Os desdobramentos políticos em Washington — incluindo ações do Congresso, do Poder Executivo, de think tanks e outros atores de formulação de políticas — influenciam diretamente a política externa dos EUA e seus impactos para o Brasil.
A competição geopolítica, as transformações econômicas globais, os desafios das mudanças climáticas e os debates sobre governança democrática e segurança regional caracterizam o contexto internacional atual. Nesse cenário, decisões tomadas em Washington podem afetar de forma significativa setores estratégicos no Brasil, como comércio, investimentos, energia e políticas ambientais, tornando essencial o acompanhamento contínuo dessas dinâmicas.
Isso ganha ainda mais relevância à luz da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, que destaca a importância estratégica do continente americano para Washington. O documento afirma que “os Estados Unidos devem ser preeminentes no Hemisfério Ocidental como condição para nossa segurança e prosperidade…”, sinalizando um foco renovado e enfático na influência regional. Referências que evocam a Doutrina Monroe, incluindo apelos para “afirmar e aplicar um ‘Corolário Trump’” à doutrina, indicam uma mudança em direção a um papel mais assertivo dos EUA nos assuntos hemisféricos. Nesse contexto, a crise em curso na Venezuela se apresenta como uma das ilustrações mais claras da abordagem norte-americana em evolução para a América Latina e o Caribe.
Com o Brasil se aproximando da eleição presidencial de 2026, compreender as tendências da política dos EUA torna-se ainda mais relevante. Decisões de política norte-americana podem se cruzar com os desenvolvimentos políticos internos no Brasil, influenciando prioridades bilaterais, estratégias governamentais e impactando diretamente a agenda internacional do país.
O encontro discutirá os principais desdobramentos da política e da política externa dos EUA. O evento abordará tendências atuais na tomada de decisões em Washington, as prioridades dos formuladores de políticas norte-americanos para a América Latina e possíveis implicações para o Brasil.
A relação Brasil–Estados Unidos continua sendo uma das parcerias mais estratégicas e multifacetadas do Hemisfério Ocidental. Os desdobramentos políticos em Washington — incluindo ações do Congresso, do Poder Executivo, de think tanks e outros atores de formulação de políticas — influenciam diretamente a política externa dos EUA e seus impactos para o Brasil.
A competição geopolítica, as transformações econômicas globais, os desafios das mudanças climáticas e os debates sobre governança democrática e segurança regional caracterizam o contexto internacional atual. Nesse cenário, decisões tomadas em Washington podem afetar de forma significativa setores estratégicos no Brasil, como comércio, investimentos, energia e políticas ambientais, tornando essencial o acompanhamento contínuo dessas dinâmicas.
Isso ganha ainda mais relevância à luz da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, que destaca a importância estratégica do continente americano para Washington. O documento afirma que “os Estados Unidos devem ser preeminentes no Hemisfério Ocidental como condição para nossa segurança e prosperidade…”, sinalizando um foco renovado e enfático na influência regional. Referências que evocam a Doutrina Monroe, incluindo apelos para “afirmar e aplicar um ‘Corolário Trump’” à doutrina, indicam uma mudança em direção a um papel mais assertivo dos EUA nos assuntos hemisféricos. Nesse contexto, a crise em curso na Venezuela se apresenta como uma das ilustrações mais claras da abordagem norte-americana em evolução para a América Latina e o Caribe.
Com o Brasil se aproximando da eleição presidencial de 2026, compreender as tendências da política dos EUA torna-se ainda mais relevante. Decisões de política norte-americana podem se cruzar com os desenvolvimentos políticos internos no Brasil, influenciando prioridades bilaterais, estratégias governamentais e impactando diretamente a agenda internacional do país.
O encontro discutirá os principais desdobramentos da política e da política externa dos EUA. O evento abordará tendências atuais na tomada de decisões em Washington, as prioridades dos formuladores de políticas norte-americanos para a América Latina e possíveis implicações para o Brasil.
Diretora de Projetos do CEBRI e Professora Adjunta do Departamento de Economia da UFMG
Vice-Presidente do Americas Society/Council of the Americas (AS/COA)
Ex-Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2016-2018), Doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e Conselheiro Internacional CEBRI
Ministro do Meio Ambiente (1993-1994) e Ministro da Fazenda (1994)