À medida que os países buscam fortalecer sua segurança econômica e energética, acelerar a transição energética e ampliar sua competitividade tecnológica, os minerais críticos passaram a ocupar uma posição estratégica nas políticas industriais e na cooperação internacional. Em resposta, governos vêm adotando políticas voltadas ao fortalecimento de capacidades domésticas, à atração de investimentos e ao desenvolvimento de cadeias de valor de minerais críticos resilientes, diversificadas e sustentáveis.
A América Latina encontra-se em uma posição privilegiada para contribuir com essa transformação global. Detentora de abundantes recursos minerais e de um expressivo potencial em energias renováveis, a região tem a oportunidade de ir além do papel de fornecedora de matérias-primas, promovendo agregação de valor, integração regional e desenvolvimento industrial sustentável. Nesse contexto, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem trabalhando com governos e parceiros em toda a região para impulsionar uma agenda regional de minerais críticos, apoiando o diálogo sobre políticas públicas, marcos de investimento, cooperação regional e o desenvolvimento de cadeias de valor competitivas.
O Brasil, em particular, está bem posicionado para desempenhar um papel de liderança nesse cenário em transformação. Com abundantes recursos minerais, uma matriz elétrica predominantemente renovável e sólidas capacidades industriais, o país reúne condições para fortalecer sua inserção nas cadeias globais de valor de minerais críticos, ao mesmo tempo em que promove inovação, desenvolvimento industrial e crescimento sustentável. A concretização desse potencial, entretanto, dependerá de políticas públicas coordenadas, investimentos estratégicos, segurança regulatória, desenvolvimento tecnológico e de uma colaboração efetiva entre os setores público e privado.
Nesse contexto, o CEBRI e o BID vêm trabalhando conjuntamente para fortalecer a agenda brasileira de minerais críticos, incluindo a elaboração de um estudo de apoio à Estratégia Nacional de Terras Raras. Com base nessa parceria, o evento oferecerá uma oportunidade para refletir sobre os avanços alcançados até o momento, discutir os próximos passos da agenda brasileira de minerais críticos — incluindo terras raras e outros minerais estratégicos — e explorar como políticas públicas, instrumentos de financiamento e parcerias internacionais podem fortalecer a competitividade de longo prazo do país.
Para aprofundar esse diálogo, o CEBRI e o BID reunirão representantes de alto nível do governo, da indústria, de instituições financeiras, da academia e de organizações internacionais para uma discussão estratégica sobre as prioridades do Brasil na agenda de minerais críticos.
Sede do CEBRI
14h às 17h
Português
À medida que os países buscam fortalecer sua segurança econômica e energética, acelerar a transição energética e ampliar sua competitividade tecnológica, os minerais críticos passaram a ocupar uma posição estratégica nas políticas industriais e na cooperação internacional. Em resposta, governos vêm adotando políticas voltadas ao fortalecimento de capacidades domésticas, à atração de investimentos e ao desenvolvimento de cadeias de valor de minerais críticos resilientes, diversificadas e sustentáveis.
A América Latina encontra-se em uma posição privilegiada para contribuir com essa transformação global. Detentora de abundantes recursos minerais e de um expressivo potencial em energias renováveis, a região tem a oportunidade de ir além do papel de fornecedora de matérias-primas, promovendo agregação de valor, integração regional e desenvolvimento industrial sustentável. Nesse contexto, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem trabalhando com governos e parceiros em toda a região para impulsionar uma agenda regional de minerais críticos, apoiando o diálogo sobre políticas públicas, marcos de investimento, cooperação regional e o desenvolvimento de cadeias de valor competitivas.
O Brasil, em particular, está bem posicionado para desempenhar um papel de liderança nesse cenário em transformação. Com abundantes recursos minerais, uma matriz elétrica predominantemente renovável e sólidas capacidades industriais, o país reúne condições para fortalecer sua inserção nas cadeias globais de valor de minerais críticos, ao mesmo tempo em que promove inovação, desenvolvimento industrial e crescimento sustentável. A concretização desse potencial, entretanto, dependerá de políticas públicas coordenadas, investimentos estratégicos, segurança regulatória, desenvolvimento tecnológico e de uma colaboração efetiva entre os setores público e privado.
Nesse contexto, o CEBRI e o BID vêm trabalhando conjuntamente para fortalecer a agenda brasileira de minerais críticos, incluindo a elaboração de um estudo de apoio à Estratégia Nacional de Terras Raras. Com base nessa parceria, o evento oferecerá uma oportunidade para refletir sobre os avanços alcançados até o momento, discutir os próximos passos da agenda brasileira de minerais críticos — incluindo terras raras e outros minerais estratégicos — e explorar como políticas públicas, instrumentos de financiamento e parcerias internacionais podem fortalecer a competitividade de longo prazo do país.
Para aprofundar esse diálogo, o CEBRI e o BID reunirão representantes de alto nível do governo, da indústria, de instituições financeiras, da academia e de organizações internacionais para uma discussão estratégica sobre as prioridades do Brasil na agenda de minerais críticos.
Consultora independente, Fellow no Instituto Igarapé, Consultora Internacional na APCO e membro do painel de especialistas em Transição Energética no Instituto Clima e Sociedade (iCS)