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Relatório sobre a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA)

01/12/2001

A questão da escolha quanto à participação do Brasil na ALCA pode ser colocada da seguinte maneira: ainda que as condições para a integração propostas pelos EUA através da autorização do Congresso (TPA) de janeiro de 2002 sejam muito restritivas do ponto de vista brasileiro, ou mesmo unilaterais, torna-se difícil ‘escolher’ não participar da ALCA ou de qualquer outro arranjo de integração, considerando-se que a coordenação e a integração de áreas geográficas contíguas consistem em virtuais pré-requisitos para a inserção competitiva na ordem econômica – e mesmo política - global. A opção de não ingressar na ALCA torna-se ainda mais onerosa diante do fato de que está sendo proposta pela maior potência econômica do planeta. Isso não quer dizer, entretanto, que diante do arraigamento do unilateralismo americano no processo negociador, como efetivamente está sendo o caso até agora, a opção de não participar esteja descartada.



Centro Brasileiro de Relações Internacionais