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Diretório de Relações Internacionais Federativas

03/02/2006

O CEBRI recebeu, em 03 de fevereiro de 2006, o cientista político Clóvis Brigagão, por ocasião do lançamento do seu livro "Relações Internacionais Federativas no Brasil", um verdadeiro diretório que contém um levantamento de todas as secretarias, coordenadorias, assessorias, órgãos e setores brasileiros que cuidam de assuntos internacionais nos âmbitos estadual e municipal.

O CEBRI recebeu, em 03 de fevereiro de 2006, o cientista político Clóvis Brigagão, por ocasião do lançamento do seu livro "Relações Internacionais Federativas no Brasil", um verdadeiro diretório que contém um levantamento de todas as secretarias, coordenadorias, assessorias, órgãos e setores brasileiros que cuidam de assuntos internacionais nos âmbitos estadual e municipal.

Integraram a mesa de discussões a Diretora Executiva do CEBRI, Denise Gregory, e os pesquisadores associados do livro: Gilberto Rodrigues, professor da UniSantos, e Marcos Targino, assessor parlamentar do deputado federal e diplomata André Costa (PDT-RJ). A participação dos dois últimos foi destacada pelo idealizador do livro, uma vez que o acesso às informações foi bastante difícil e o trabalho de ambos facilitou a execução do projeto.

O livro é uma continuação de um projeto que Brigagão iniciou em 2004, com o lançamento do primeiro deles, "Relações Internacionais no Brasil", o qual continha um levantamento das instituições, programas, cursos e redes. O professor Brigagão pretende dar continuidade à série, elaborando um terceiro diretório que tratará das Relações Internacionais Corporativas públicas e privadas no Brasil, que englobará inclusive a sociedade civil.

Durante o lançamento, foi ressaltado o pioneirismo de Brigagão, por ter criado e ocupado, em 1983, durante o governo Brizola, no Rio de Janeiro, a primeira coordenadoria de assuntos internacionais de um governo estadual no País. Segundo Brigagão, na época, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) reagiu inicialmente de forma negativa à essa iniciativa, ressaltando que a condução da política externa brasileira era atribuição exclusiva do Itamaraty. Por outro lado, hoje, o MRE reconhece a importância da atuação dessas esferas, mantendo, inclusive, uma Assessoria de Relações Federativas que, por meio de escritórios regionais, faz a ponte entre os estados e o Itamaraty.



Centro Brasileiro de Relações Internacionais